Quando quem vê o anúncio é uma máquina, a publicidade precisa de outro idioma
A próxima audiência da publicidade são agentes que compram por nós e não se emocionam: o desejo sai do centro e a marca precisa convencer um algoritmo.
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Busca virou resposta, feed virou intenção e o consumidor pode ser um agente: o marketing reaprende onde está a atenção.
2 narrativas
A próxima audiência da publicidade são agentes que compram por nós e não se emocionam: o desejo sai do centro e a marca precisa convencer um algoritmo.
Google, YouTube e Meta passam a responder e antecipar desejos em vez de mostrar links, e a web corre o risco de ficar melhor para os robôs do que para as pessoas.
Cadastro para editores em breve: tese de cada narrativa, número de fontes e alertas.