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The Writer Roompor Mauro Amaral

pesquisa editorial para publishers

The Writer Room

Narrativas em alta, antes de virarem pauta, para quem precisa contar a história primeiro.

The Writer Room é onde você pode conferir minha metodologia de pesquisa como articulista e curador. Veículos, editoras e canais acompanham cada narrativa desde a pesquisa e contratam a que fizer sentido, com ou sem exclusividade.

peça uma narrativa →ver os territórios →

na mesa agora

01 · na mesa agora

O que está sendo pesquisado agora

ficha nº 013Jornalismo em disputa

O fundador visionário é uma história, e a imprensa ajuda a escrever

A narrativa do gênio que muda o mundo é um produto de comunicação, e a história boa demais para checar é justamente a que mais precisa de checagem.

em pesquisa em altacone · forte
ficha nº 016Viver com a máquina

Os pesquisadores começaram a estudar a IA como se estuda uma mente

A pergunta deixou de ser se a máquina pensa e passou a ser como descobrir o que ela faz por dentro, inclusive quando ninguém pede nada.

em pesquisa em altacone · emergente
ficha nº 018A indústria da IA: capital, poder e promessa

Quando o bilionário da tecnologia faz caridade, quem decide o que é bem público?

A fortuna da tecnologia passa a desenhar política social com lógica de startup, e a doação vira mídia, marca pessoal e instrumento político.

em pesquisa em altacone · emergente
ficha nº 022A indústria da IA: capital, poder e promessa

Todo conteúdo agora também é matéria-prima para treinar IA

Quem publica está produzindo insumo de treino sem saber; a disputa já não é se vão usar, é quem cobra, quanto e sob que lei.

em pesquisa em altacone · emergente
ficha nº 023A indústria da IA: capital, poder e promessa

Um mês de lançamentos de IA e a pergunta que nenhum deles responde

Quando criar site, texto e app custa quase nada, a vantagem deixa de ser produzir e passa a ser decidir o que vale a pena existir.

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ficha nº 021Comportamento e vida interior

Recuperar a atenção sem demonizar a tela

O problema não é o celular, é o que fazemos com a atenção que recuperamos, e trocar consumo por produção vale mais que qualquer pânico de tela.

em pesquisa em altacone · forte

manifesto

Editores recebem pitches demais e pesquisa de menos. Aqui a pesquisa vem primeiro: acompanho os sinais cedo, junto o que está espalhado e só ofereço a narrativa quando a tese aguenta ser testada.

02 · o problema

Por que uma redação contrata pesquisa

  1. 01

    A pauta chega quando todo mundo já viu

    Os temas que viram capa dão sinais semanas antes, espalhados em fontes que ninguém lê juntas.

  2. 02

    Pesquisar não cabe no fechamento

    Acompanhar dezenas de fontes por tema é trabalho de pesquisa, e a redação vive de prazo.

  3. 03

    Pitch sem tese gasta o seu tempo

    Ideia solta chega todo dia. Aqui só vira oferta a narrativa com tese defendida e fontes verificadas.

  4. 04

    Exclusividade precisa de regra clara

    Contratou com exclusividade, a narrativa sai do mercado inteiro, em qualquer idioma. Sem letra miúda.

03 · cone de futuros

Onde cada narrativa está

Todo sinal passa por um diagnóstico antes de virar narrativa. O cone mostra se o tema ainda é cedo, se está ganhando tração ou se já virou consenso.

Onde cada narrativa estáhojefracoemergentefortesaturadoViver mais não é o mesmo que estar vivoO fundador visionário é uma história, e a imprensa ajuda a escreverA plataforma que esvaziou as salas agora precisa delasOs pesquisadores começaram a estudar a IA como se estuda uma menteQuando o bilionário da tecnologia faz caridade, quem decide o que é bem público?A IA não acabou com o design, acabou com a parte que nunca foi designTodo conteúdo agora também é matéria-prima para treinar IAUm mês de lançamentos de IA e a pergunta que nenhum deles respondeUsar IA para pensar melhor, e não para pensar menosRecuperar a atenção sem demonizar a telaConversar com uma IA também muda quem a gente éAgentes de IA já causam incidentes reais, e ninguém sabe quem respondeQuem regula o feed dos adolescentes agora é o tribunalA IA está mudando o jeito como escrevemos, e não só o que escrevemosO que dura num mundo feito para ser trocadoO jornalismo tenta sobreviver com a mesma IA que ameaça o seu negócioA Justiça virou campo de teste para a inteligência artificialPequenos gestos que a ciência do cérebro leva a sérioDepois da euforia, a IA encontra a conta de luzNa era do conteúdo sintético, desconfiar virou o padrãoDepois do streaming, o artista vende pertencimentoA música já viveu a briga da IA, no tempo da pianolaComo um corredor vazio da internet virou franquia de cinemaA busca virou resposta e o feed virou intençãoQuando quem vê o anúncio é uma máquina, a publicidade precisa de outro idioma
fracoCedo, em papers e subculturas. Espaço para liderar.
emergenteGanhando tração. A melhor janela para autoridade.
forteJá é mainstream. Só vale com ângulo próprio.
saturadoTodo mundo já diz. Costuma ficar de fora.

25 narrativas no cone

04 · territórios

Oito territórios em pesquisa

01A indústria da IA: capital, poder e promessaem alta6 narrativas
02Viver com a máquinaem alta5 narrativas
03O trabalho reformatado1 narrativa

Funções, carreiras e lideranças sendo redesenhadas pela IA e por uma nova economia do esforço.

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04Marketing e a nova arquitetura da atençãoem alta2 narrativas

Busca virou resposta, feed virou intenção e o consumidor pode ser um agente: o marketing reaprende onde está a atenção.

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05Jornalismo em disputaem alta2 narrativas

Dinheiro, poder político, IA e tráfego em queda disputam o que o jornalismo ainda consegue ser.

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06Cultura, entretenimento e criadoresem alta5 narrativas
07Plataformas, vigilância e direitosem alta1 narrativa

Plataformas e Estados funcionam como infraestrutura pública sem prestar contas como tal.

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08Comportamento e vida interiorem alta3 narrativas

Como as pessoas sentem, aprendem, se cansam e se reinventam num tempo acelerado.

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05 · o método

Ciclos semânticos

Curar por conceito, não por data nem por fonte.

Cada fonte importa pelo conceito que alimenta, não por ser nova ou famosa. E, num mundo de conteúdo infinito, o que fica de fora decide tanto quanto o que entra.

  1. 01

    fontes

    Um radar de cerca de 190 feeds: publicações, newsletters, pesquisas, canais e comunidades. Cerca de 60 fontes relevantes entram por dia, cada uma qualificada por conceito e ângulo.

  2. 02

    sinais

    O que sobrevive ao filtro ganha um diagnóstico no Cone de Futuros, com urgência, aplicação e o cuidado de como o tema não deve ser usado.

  3. 03

    conceitos

    Sinais viram conceitos indexados por tese, tensão e território. É aqui que o pensamento pesado acontece, e é a parte que a IA não faz por mim.

  4. 04

    narrativas

    Um conceito com tese que se sustenta vira narrativa nesta vitrine: primeiro em pesquisa, depois com pitch pronto.

  5. 05

    publicação

    Você contrata, recebe o dossiê e publica. O que circula volta como sinal para o próximo ciclo.

O mesmo método alimenta as Conceitotecas, onde parte da curadoria fica aberta para leitura. Conceitoteca mauroamaral.com · Conceitoteca Contém Conteúdo

leia o método completo →

06 · peça uma narrativa

Tem um tema que precisa de pesquisa antes de virar pauta?

Descreva o tema e, se tiver, as primeiras fontes. Respondo pessoalmente. Quem pede tem a primeira opção de contrato quando a narrativa fica pronta.

Uso seus dados só para responder a este pedido.

07 · quem pesquisa

Mauro Amaral.

Articulista, pesquisador e curador. São mais de 20 anos entre conteúdo, estratégia e pesquisa, com mestrado em Comunicação pela UERJ e um pé pioneiro nos podcasts brasileiros. Da fronteira entre tecnologia, comunicação e cultura, procuro o porquê do que a gente vê.

leia a trajetória →

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